Escrevo essa coluna na tarde de 1º de janeiro de 2008. Nesse momento não estou pensando em música nem em literatura. Como é propício do dia, após os excessos das festas de fim de ano, a gente começa a fazer planos, a idealizar sonhos, fazer promessas (que na maioria não serão cumpridas) e como todo brasileiro que pula sete ondas na virada do ano e não come ave que cisque para trás também tenho alguns pedidos a fazer.
Desejo que todos tenham alegria para tocar a vida, apesar das adversidades, que todos tenham esperança que tudo vai melhorar. Desejo que as pessoas se tornem mais tolerantes umas com as outras, que aprendam o verdadeiro sentido de dar a outra face. Que todos amem, a si próprios e aos outros, que com amor tudo fica mais fácil, o perdão, a tolerância, a esperança.
Também desejo que todos tenham consciência do seu papel no mundo, seja ele social ou ecológico. Que as pessoas não venham a abrir mão dos seus direitos, mas também não esqueçam os seus deveres. Que as pessoas tenham respeito pelo próximo, saibam onde começa o seu espaço e onde começa do outro. E não respeitem só os seus idosos, mas sim todos aqueles que já contribuíram uma vida inteira com seu suor e sua vitalidade para o que quer que seja nesse mundo.
Espero que as pessoas tenham coragem. Coragem de mudar suas vidas, caso estejam estagnadas, mas também tenham a humildade de voltar atrás caso vejam que não deu certo. Que procurem olhar para os desfavorecidos sem rancor, preconceito ou qualquer sentimento de piedade. Que olhem aquele que precisa mais que nós como um ser humano que precisa de ajuda sem a necessidade de fazer alarde de qualquer “boa ação”.
E principalmente, que todos busquem a felicidade. Mas não essa felicidade de comercial de margarina ou a vendida pela que associa a um carro do ano, um celular de última geração e uma vida repleta de bens materiais. Não. O que desejo é todos busquem a felicidade plena, nas pequenas coisas da vida. Naquela que se sente ao se divertir com os amigos, ao ver o sorriso de uma criança, naquela que se tem por estar vivo, com saúde, vivendo ao lado que pessoas que nos amam e que são amados por nós. Felicidade essa, que não vem embrulhada para presente e que é sentida com toda a intensidade se vivida plenamente.
Esses são meus desejos para 2008. Que, em resumo, que todos se amem. Tudo que precisamos realmente é disso. E se isso acontecer o que vier depois é lucro porque teremos força para enfrentar qualquer adversidade. Um 2008 maravilhoso para todos você, caros leitores, fiquem com Deus e até a próxima.
Desejo que todos tenham alegria para tocar a vida, apesar das adversidades, que todos tenham esperança que tudo vai melhorar. Desejo que as pessoas se tornem mais tolerantes umas com as outras, que aprendam o verdadeiro sentido de dar a outra face. Que todos amem, a si próprios e aos outros, que com amor tudo fica mais fácil, o perdão, a tolerância, a esperança.
Também desejo que todos tenham consciência do seu papel no mundo, seja ele social ou ecológico. Que as pessoas não venham a abrir mão dos seus direitos, mas também não esqueçam os seus deveres. Que as pessoas tenham respeito pelo próximo, saibam onde começa o seu espaço e onde começa do outro. E não respeitem só os seus idosos, mas sim todos aqueles que já contribuíram uma vida inteira com seu suor e sua vitalidade para o que quer que seja nesse mundo.
Espero que as pessoas tenham coragem. Coragem de mudar suas vidas, caso estejam estagnadas, mas também tenham a humildade de voltar atrás caso vejam que não deu certo. Que procurem olhar para os desfavorecidos sem rancor, preconceito ou qualquer sentimento de piedade. Que olhem aquele que precisa mais que nós como um ser humano que precisa de ajuda sem a necessidade de fazer alarde de qualquer “boa ação”.
E principalmente, que todos busquem a felicidade. Mas não essa felicidade de comercial de margarina ou a vendida pela que associa a um carro do ano, um celular de última geração e uma vida repleta de bens materiais. Não. O que desejo é todos busquem a felicidade plena, nas pequenas coisas da vida. Naquela que se sente ao se divertir com os amigos, ao ver o sorriso de uma criança, naquela que se tem por estar vivo, com saúde, vivendo ao lado que pessoas que nos amam e que são amados por nós. Felicidade essa, que não vem embrulhada para presente e que é sentida com toda a intensidade se vivida plenamente.
Esses são meus desejos para 2008. Que, em resumo, que todos se amem. Tudo que precisamos realmente é disso. E se isso acontecer o que vier depois é lucro porque teremos força para enfrentar qualquer adversidade. Um 2008 maravilhoso para todos você, caros leitores, fiquem com Deus e até a próxima.
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