Os seres noturnos vagam
De bar em bar,
Seu habitat natural.
Compartilham copos,
Bagulhos,
Doideira,
Desilusões.
Eles andam em bandos,
Não como as andorinhas que migram
Para o verão,
Andam sem rumo,
Atrás da próxima dose,
Do próximo copo,
Do próximo corpo
Largado no chão.
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