
Um personagem que sempre me fascinou (e com certeza a outras pessoas também) foi o vampiro. Presente desde de a Antigüidade no imaginário popular, ora como fonte de pavor, ora como entretenimento ele teve sua imagem propagada pelos quatro cantos do mundo através, principalmente pelo cinema.
Já na Grécia antiga existiam lendas de seres que se alimentavam do sangue dos mortais (os vikrolakas). Com o passar dos séculos essas histórias espalharam-se pela Europa Ocidental causando pavor entre os povos. E foi graças a literatura que essas criaturas começaram a deixar de ser seres putrefatos e assustadores para se tornarem charmosos, sedutores e... divertidos.
Muitos autores consagrados escreveram sobre o tema, Alexandre Dumas, Lord Byron, mas os textos mais significativos do século XIX foram Carmilla de Sheridan Le Fanu e Drácula de Bram Stoker. Já no século XX o nome mais representativo desse tipo de literatura era Anne Rice que escreveu as Crônicas Vampirescas que eternizaram personagens como Louis, Lestat, Armand e outros tantos vampiros fascinantes. Até no Brasil temos nossa linhagem vampiresca através de André Vianco e as histórias de Bento e os Sete.
E como a música sempre acompanhou a literatura, os sugadores de sangue se tornaram tema lá também. Bandas como Bauhaus compunha canções como Bela Lugosi is Dead. E com o crescimento de gêneros como o death e o black metal bandas como o Cradle of Filth não só usam os vampiros como tema como se apresentam trajados como tais.
No Brasil eles ganharam um tom mais divertido e sensual. Rita Lee cantou um vampiro sedutor alvo dos suspiros de sua amada. Já Léo Jaime ficou correndo atrás de Sete Vampiras que fez parte da trilha de filme homônimo nos anos de 1980 e quem, com 30 anos ou mais, não se lembra do hit Calada Noite Preta de Vange Leonel, tema de abertura da novela Vamp nos anos de 1990?
Então é isso pessoal, desde sempre os vampiros nos assustam, fascinam e divertem, seja no cinema na literatura ou na música. Se existem ou não eu não sei, mas por via das dúvidas ande sempre com um dentinho de alho e um crucifixo perto, nunca se sabe se aquele cara da sua rua que só se veste de preto e nunca é visto à noite é fã de Marilyn Manson ou está só esperando por um mole seu e morder seu pescocinho. Um forte abraço e fiquem com Deus.
Já na Grécia antiga existiam lendas de seres que se alimentavam do sangue dos mortais (os vikrolakas). Com o passar dos séculos essas histórias espalharam-se pela Europa Ocidental causando pavor entre os povos. E foi graças a literatura que essas criaturas começaram a deixar de ser seres putrefatos e assustadores para se tornarem charmosos, sedutores e... divertidos.
Muitos autores consagrados escreveram sobre o tema, Alexandre Dumas, Lord Byron, mas os textos mais significativos do século XIX foram Carmilla de Sheridan Le Fanu e Drácula de Bram Stoker. Já no século XX o nome mais representativo desse tipo de literatura era Anne Rice que escreveu as Crônicas Vampirescas que eternizaram personagens como Louis, Lestat, Armand e outros tantos vampiros fascinantes. Até no Brasil temos nossa linhagem vampiresca através de André Vianco e as histórias de Bento e os Sete.
E como a música sempre acompanhou a literatura, os sugadores de sangue se tornaram tema lá também. Bandas como Bauhaus compunha canções como Bela Lugosi is Dead. E com o crescimento de gêneros como o death e o black metal bandas como o Cradle of Filth não só usam os vampiros como tema como se apresentam trajados como tais.
No Brasil eles ganharam um tom mais divertido e sensual. Rita Lee cantou um vampiro sedutor alvo dos suspiros de sua amada. Já Léo Jaime ficou correndo atrás de Sete Vampiras que fez parte da trilha de filme homônimo nos anos de 1980 e quem, com 30 anos ou mais, não se lembra do hit Calada Noite Preta de Vange Leonel, tema de abertura da novela Vamp nos anos de 1990?
Então é isso pessoal, desde sempre os vampiros nos assustam, fascinam e divertem, seja no cinema na literatura ou na música. Se existem ou não eu não sei, mas por via das dúvidas ande sempre com um dentinho de alho e um crucifixo perto, nunca se sabe se aquele cara da sua rua que só se veste de preto e nunca é visto à noite é fã de Marilyn Manson ou está só esperando por um mole seu e morder seu pescocinho. Um forte abraço e fiquem com Deus.
(Texto anteriormente publicado na coluna Letra Literal do site http://www.vistolivre.com/ em 28/09/2007)
Nenhum comentário:
Postar um comentário