Não reconheço o rosto no espelho,
Mas é meu.
Essas rugas nos seus olhos;
Ele envelheceu.
Os anos passaram, os cabelos pratearam,
A chama, o vigor, o furor apagaram.
Meus amigos e pais já se foram,
Meus amores se perderam
Em algum verão que passou.
Não lembro mais o dia que nasci,
Os velhos aniversários, me esqueci.
Tudo tem se passado, não há mais futuro,
Só passado.
A estrada está chegando ao fim.
Empoeirada, velha, esquecida e abandonada.
O livro da minha vida já chegou ao apêndice.
É o fim, o réquiem sem happy end.
Espero a sua chegada impaciente,
Ciente do seu abraço, do frio do afago,
Oh, minha futura companheira,
Que vai me levar no encontro de amigos e amantes.
Essa canção não soa como antes,
Não combina com a minha partida.
“...muitas felicidades, muitos anos de vida...”
(preciso apagar a vela)
Pode me levar, oh, minha querida,
Pode me levar pra sua terra...
Mas é meu.
Essas rugas nos seus olhos;
Ele envelheceu.
Os anos passaram, os cabelos pratearam,
A chama, o vigor, o furor apagaram.
Meus amigos e pais já se foram,
Meus amores se perderam
Em algum verão que passou.
Não lembro mais o dia que nasci,
Os velhos aniversários, me esqueci.
Tudo tem se passado, não há mais futuro,
Só passado.
A estrada está chegando ao fim.
Empoeirada, velha, esquecida e abandonada.
O livro da minha vida já chegou ao apêndice.
É o fim, o réquiem sem happy end.
Espero a sua chegada impaciente,
Ciente do seu abraço, do frio do afago,
Oh, minha futura companheira,
Que vai me levar no encontro de amigos e amantes.
Essa canção não soa como antes,
Não combina com a minha partida.
“...muitas felicidades, muitos anos de vida...”
(preciso apagar a vela)
Pode me levar, oh, minha querida,
Pode me levar pra sua terra...
Um comentário:
Amei esse seu blog. Muito legal. Nao sabia dessa sua veia poética.
Bjos e um ótimo aniversário!
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